Síndrome Mão-Pé-Boca: Entenda o que é e como prevenir

 

Síndrome-mão-pé-boca

Vocês já ouviram falar da síndrome mão-pé-boca? Ela ainda é pouco conhecida no Brasil, mas já temos alguns casos por aqui.

O que é a Síndrome mão-pé-boca?

É uma doença altamente contagiosa que ocorre mais frequentemente em crianças com menos de 5 anos, mas também pode acontecer em adultos.
Este nome se da justamente porque as lesões causadas na pele surgem nos pés, nas mãos e no interior da garganta. Geralmente tem evolução autolimitada, ou seja, possui períodos definidos de início e término dos sintomas.

Quais são os sintomas?

Geralmente, os sintomas da síndrome mão-pé-boca só surgem após 3 a 7 dias da infecção pelo vírus e incluem febre superior a 38ºC, dor de garganta e falta de apetite. Após dois dias, aparecem aftas dolorosas e gânglios aumentados no pescoço. Em seguida, podem surgir nos pés e nas mãos pequenas bolhas não pruriginosas e não dolorosas, de cor acinzentada com base avermelhada. Estas lesões podem aparecer também na área da fralda (coxas e nádegas) e podem gerar coceira.
Os sintomas diminuem juntamente com a febre, entre cinco e sete dias, mas as bolhas na boca podem permanecer até quatro semanas.
Nas criança podem ocorrer dores de cabeça, falta de apetite e desidratação, que é a complicação mais frequente por conta da febre e da ingestão inadequada de líquidos, uma vez que a síndrome provoca dor ao engolir. Por isso, é importante manter os pequenos bem hidratados.

Transmissão

A síndrome mão-pé-boca é causada pelo vírus do grupo coxsackie, que pode ser transmitidos pela pessoa infectada pela via oral ou fecal, por meio do contato direto com secreções da respiração, por feridas que se formam nas mãos e pés e por alimentos e de objetos contaminados.
Mesmo depois de recuperada, a pessoa ainda pode transmitir o vírus pelas fezes durante aproximadamente quatro semanas.

Prevenção

Ainda não existe tratamento específico para síndrome, então as principais medidas de prevenção são:
  • Lavar as mãos frequentemente com sabão e água, especialmente depois de trocar fraldas e usar o banheiro;
  • Limpar e desinfetar superfícies tocadas com frequência e itens sujos, incluindo brinquedos;
  • Evitar contato próximo, como beijar, abraçar ou compartilhar utensílios ou xícaras com pacientes.

Com orientação do médico, pode ser feito o tratamento com remédios para a febre, anti-inflamatórios, remédios para a coceira e pomadas para as aftas, com o objetivo de aliviar os sintomas.


Fonte de pesquisa: Revista Encontro 

Abraços,

Mayara Figueredo

 

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